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DBeat fala sobre Moving Showcase que ocorre no Mohave dia 24/10/2015

outubro 19, 2015Portal Underground


Conversamos com Renato, também conhecido por DBeat, sobre o Mohave Lounge Club e a próxima festa que a casa irá oferecer no dia 24 de outubro de 2015: Moving Showcase!

Com um line espetacular que inclui ninguém menos que Ingrid, Mandi Hafez e Wilian Kraupp, além do próprio DBeat, essa festa promete ser uma das melhores da história do Mohave até então.

A Moving é uma label do D-Edge, em festa que ocorre todas as quintas-feiras no clube. Conheça um pouco o clima da festa, segundo o site do D-Edge:

"A vida e tudo que de melhor há nela são feitos de movimentos. Do implacável ritmo que marca o nosso cotidiano ao irresistível pulsar que nos carrega deliciosamente numa pista de dança, estamos em constante movimento e tudo que nos rodeia no universo também. É justamente a celebração disto que mantém a Moving sempre ativa na tarefa de mover a tudo e todos na pista do D-Edge a cada noite.
Noites dinâmicas, agitadas, arrojadas e fundadas no firme propósito de reunir pessoas e lhes prover o melhor em termos de entretenimento. Trazendo a nata da eletrônica nacional e internacional para as cabines do club e congregando um público diversificado e sofisticado, o projeto já se tornou o principal motivo para as quintas-feiras terem se tornado dias essenciais no calendário da noite paulista."

Confira entrevista:

Conte um pouco da história do Mohave.

O Mohave é novo, nasceu em 2013, porém o prédio existe há mais de 30 anos e sempre foi utilizado para entretenimento. A primeira marca a utilizar o espaço foi a extinta Dance Clip, responsável por desenvolver a música eletrônica na região naquela época, por conta das noites de techno que rolavam lá. 


Atualmente, o Mohave possui 3 ambientes com estilos de som distintos. O club (pista eletrônica) sempre teve uma proposta de som mais "comercial", mas com a reforma e a troca de curadoria artística o club encontrou no house e suas vertentes a sua real identidade, o que tem agradado não só o público mas também os artistas que passam por lá. Toda festa recebemos feedbacks positivos e isso nos dá a certeza de que o trabalho está sendo bem feito, mesmo sabendo que temos muito a evoluir.

Quais foram os DJs de maior destaque até agora? 

Já tocaram vários nomes importantes como Albuquerque, Digitaria, Elekfantz, Fabrício Peçanha, Glen, Gustavo Bravetti, Loulou Players, Vintage Culture entre outros.

O que o público pode esperar pra esta festa? 

É só olhar pro line-up e se jogar (risos). Sendo bem sincero, esse showcase dispensa apresentações.

Como foi a escolha dos DJs e do headliner da festa? 

Já fazia algum tempo que nosso público estava pedindo pelo Kraupp e pelo Mandy Hafez, que vai ser o headliner. Mesmo assim queríamos mais um nome e foi aí que pensamos: porque não uma mulher e de quebra uma das DJs mais respeitadas do país? Feito!

Qual vai ser o estilo musical predominante? 

Vamos ir do Deep House ao Techno. Vai ser uma noite bem cadenciada, pois escolhemos as atrações e as organizamos pensando nessa crescente, justamente para envolver o público. Pra quem gosta de música eletrônica de verdade, vai ser um prato cheio!

Qual a expectativa sobre a edição da Moving Showcase? 

A melhor possível! Teremos uma noite verdadeiramente underground não somente por conta da label, mas também pelas atrações, que são pedidos do nosso público, ou seja, a grande expectativa é por parte da galera.


Você é residente do Club, correto? Como e quando começou a tocar lá? E como está a carreira e os planos pra 2016?

Toquei pela primeira vez no club em Março de 2015 e logo após acabar meu set percebi que minha história com o club estava apenas começando. A identificação com o público e com a proposta do club foi instantânea. Ainda na noite recebi o convite para tocar no mês seguinte e não deu outra, nessa segunda noite veio o convite para ser residente. A relação foi evoluindo e hoje faço parte da curadoria artística. 

2015 sem dúvida está sendo a melhor fase da minha carreira. Evoluí profissionalmente em vários aspectos, fiz minha estreia na Beehive Club, que era um sonho desde o início da carreira, toquei em vários clubs e eventos de expressão e ganhei essa residência no Mohave, que é algo que quero cultivar por muito tempo. 

Para 2016 o foco é continuar nesta crescente, fortalecer ainda mais algumas parcerias e começar a produzir, que é algo que realmente sinto falta e é um passo importante que preciso dar.

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